segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Blog do Gutemberg: Origem do mundo segundo lenda africana

Blog do Gutemberg: Origem do mundo segundo lenda africana  gostaria de saber como adquirir no Rio de Janeiro  o livro  Bahia um estado  D'alma. Sou carioca, amo a Bahia por sua cultura de resistência e todo o processo de miscigenação que gerou a diversidade cultural do estado e, claro, proliferou pelo Brasil. Como professor, acho que é meu papel falar sobre o o respeito  à diversidade. Obrigado

domingo, 6 de junho de 2010

aroma de amora

Dos outros amores a demora eu trouxe
Juntei a isto a incerteza e desconfiança
E o lento ritmo da dança de quem quer se entregar

De novo me fiz criança e vivi perto a esperança
De muito poder acreditar, por pouco
Há quem me dissesse louco, eu sei sim
Que bem a normalidade, pus termo e fim
Em nome a lealdade fiz tu de mim
E hoje me resta a saudade e só, enfim.

Sei que muito errei, um erro desleal
Mas clamei e roguei perdão..
Busquei fazer carinho no que fui ingratidão
Enquanto eu buscava te ter feliz, eu acho
Plantei sucesso, colhi fracasso...

Mas já que se hoje é assim, tanto faz
Não vou mais sentir dó , ou pena de mim
Pois há os que se sufocam, crendo o amor fugaz
E os que com o amor, querem o infinito,
Lindo demais.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Ser Cult

Cara, ser cult
é como andar de bicicleta
Nunca se esquece como

Porem, ser cult
é como jogar futebol
é preciso praticar, sempre

O bom, é que sendo cult
Você nunca está fora de moda
Dará, lá as suas voltas

Na verdade, Sendo cult
Você cria moda, como os negros
Encanta o mundo e seus passageiros

Cara, ser cult
é ter a mente ao improvável, aberta
Como um Beatle Negro que joga futebol de bicicleta

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Ana Paula

Muito mais do que seus olhos podem ver
em um primeiro momento pode até parecer
Parecer o que não é... o que nunca será
Um olhar d'alma se faz necessário para mostrar
Que em uma mão, a genialidade dramática
Que na segunda mão, a imortalidade poética
E que na feição, uma humanidade cinética
Tão simples... tão compreensível
Que no final faz confundir com o insensível
Já vi o que deveria ver
Já escutei o que deveria escutar
Já entendi o que deveria entender
Eu vi além do que seus olhos teimam em inventar
Se você não entende, embreagado está
Se você nunca percebeu, ignorante é
Se você nunca se apaixonou, sem coração se reconhecerá
Ana Paula, não é para ser olhada
Você deve sentir o que seus olhos não veem
Você tem que tocar, escutar, observar...
Para que no final você possa finalmente entender
Que a Ana Paula é muito mais do que você um dia vai poder ver
(Diego Menezes).

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Terê de Cuba

Para onde for a tua beleza,
Leva consigo a nossa profundidade,
Leve, leva e lava Tereza.
pois destes passos precisam a humanidade

e o ritmo que jazzea este compasso
é o ritmo dos que foram calados,
pois nesta marcha tua Tereza, como na poesia,
sol e lua se sabem companhia.

É a consciência ganhando solidez
E o homem percebe aos poucos
E também de uma só vez,
Que o mundo grita, muito rouco

5Louco e rouco mundo
Mudo mundo.
Rouco e louco
Louco e rouco mundo
Mudo mundo,
rouco e louco.

Pois sigo teus passos Tereza
Estejas tu, onde estiveres
E cá e lá não calo e canto
Toco poesia na flauta,
Escrevo no tampo do violão,
Batuco no ar a alegria,
Solfejo na memória uma canção,
Porque um dia será que a fantasia
redundará em transformação
e deste nosso tempo sobrará senão a nostalgia
pois é chegada a hora...

rouco e louco mundo
mudo mundo rouco e louco

sábado, 30 de maio de 2009

Poeteiria

oh minha bronha
meu objeto punhetil
meu idilio infantil
sou eu quem te sonha
oh minha bronha!

oh meu amor
meu produto de lascidão
fruto da minha solidão
quanta dor quanta dor
sou eu e minha mão
és tu, meu amor.

E deste ardor se revela o anil
mesmo que, momentâneo, prazer pueril
é de fato mui estranho, senão senil
fazer sexo tântrico com meu pau Brasil.

sexta-feira, 24 de abril de 2009


Os anos de Ana

Ela dança e com ela gira o mundo
Sorri um sorriso sonoro e profundo
Ela arde e nisto o sol se alimenta
Ela sabe, e da sua verdade lenta,
O mundo se apressa pois
Todo ano no mesmo dia
( não pode deixar pra depois)
Mistura felicidade e nostalgia
Tudo no dia 24 de abril,
Luta e vitória, perdas e bens..

E lembro-te, hoje é teu dia
E já te tornas o que ontem ninguém viu
É assim o dia , a semana e o cosmos
O ano que vai e o ano que vem
Desejo-te, minha amiga,
os meus sinceros parabéns!